terça-feira, 23 de junho de 2009

Democracia na Grécia antiga



Na antiga Grécia a democracia era participativa, ou seja, o povo participava da assembléia.Estavam excluídos da democracia os escravos, as mulheres e os estrangeiros residentes na cidade.Participava apenas das assembléias os homens nascidos na cidade e livres.
Naquela época a mulher era considerada reprodutora e servia a seu marido.Os escravos eram aqueles que se endividava e não tinha como pagar sua divida, então pagava com seu corpo e também aqueles que ram capturados quando entravam em guerra e sua cidade perdia a batalha tinha que trabalhar como escravo.

Democracia Moderna

A democracia de hoje favorece apenas os que possuem alguma verba a mais.Ela não favorece o pobre necessitado, ela favorece o povo da burguesia, ou seja, apenas os ricos.
Muitos dizem que a democracia de hoje trata todos iguais, mentira porque se ela tratasse todos por igual não haveria essa desigualdade do rico para o pobre.
Se a democracia favorece a todos, todos deveriam de ser livre para fazer o que bem entender, ou seja, não haveria a descriminação contra os negros e os homossexuais.
A democracia moderna só existe no papel porque ela não é executada, ela serve apenas para os ricos que paga impostos ao governo para favorecerem a eles.

Bibliografia

Criação própria.

sábado, 20 de junho de 2009

Sócrates


Sócrates (em grego antigo: Σωκράτης, transl. Sōkrátēs; 469399 a.C.) foi um filósofo ateniense, um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental, e um dos fundadores da atual Filosofia Ocidental. As fontes mais importantes de informações sobre Sócrates são Platão, Xenofonte e Aristóteles (Alguns historiadores afirmam só se poder falar de Sócrates como um personagem de Platão, por ele nunca ter deixado nada escrito de sua própria autoria.). Os diálogos de Platão retratam Sócrates como mestre que se recusa a ter discípulos, e um homem piedoso que foi executado por impiedade. Sócrates não valorizava os prazeres dos sentidos, todavia se escalava o belo entre as maiores virtudes, junto ao bom e ao justo. Dedicava-se ao parto das idéias (Fedro) dos cidadãos de Atenas, mas era indiferente em relação a seus próprios filhos.

Democracia participativa da Grécia


A cidade grega pode mesmo, em certo sentido, realizar uma democracia direta, com participação dos povos nas decisões políticas, levando-se porém em conta que do povo grego eram excluídos,dentre outros , os escravos e, mesmo, os estrangeiros residentes.

Teatro Grego


O teatro Grego era realiza ao ar livre. O teatro era em um espaço que se parecia com uma concha.Construíram ele em cima de uma rocha e fizeram as arquibancadas na própria rocha.Naquela época não existia micro fone então como o teatro era em forma de concha o som saia lá de baixo e ia se ampliando pelo teatro intero.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Mascara de teatro


Os atores na Grécia antina não usavam suas características próprias para fazer os teatros, eles usavam mascaras que eram feitas para cada peça de teatro.Quando a peça era alegre usavam mascaras com risadas, mascaras alegres.Quando o teatro era triste usavam mascaras que expressavam a tristeza.

Cavalo de Tróia


Cavalo de Tróia foi construído quando os gregos e os troianos entraram em guerra.Os gregos queimaram seus barcos no território troiano para mostrar que a cidade de Tróia tinha vencido a batalha.
Com isso os gregos construíram um cavalo na entrada da cidade de Tróia como um troféu.
Assim os troianos começaram a festejar a vitória, quando todos os troianos não estavam mais sóbrios os gregos desceram de dentro do cavalo e atacaram os troianos.Os gregos venceram a guerra e foram nomeados povos mais inteligentes.

Vênus de Milo


A Vênus de Milo é uma famosa estátua grega. Ela representa a deusa grega Afrodite, do amor sexual e beleza física, tendo ficado no entanto mais conhecida pelo seu nome romano, Vénus. É uma escultura em mármore com 203 cm de altura, que data de cerca de 130 a.C., e que se pensa ser obra de Alexandros de Antióquia.
Em 1820 a escultura foi encontrada na ilha de Milo, no Mar Egeu, por um camponês chamado Yorgos Kentrotas. Poucos dias depois o camponês encontrou-se com oficiais franceses, Jules Dumont d'Urville e Matterer, que estavam explorando a ilha, e ofereceu a escultura por baixo preço. A Vênus estava quebrada ao meio, mas ainda possuía os braços. As mãos, danificadas, também estavam separadas do corpo. Fazia parte da obra ainda um plinto com inscrições. Identificando a escultura como a Vênus vencedora do concurso de beleza julgado por Páris, e reconhecendo sua importância como obra-prima, d'Urville desejou levá-la imediatamente para seu navio, mas seu capitão, alegando falta de espaço a bordo, recusou-se a atendê-lo.
Chegando em Constantinopla, d'Urville descreveu o achado ao embaixador francês, o Marquês de Rivière, que enviou um representante para comprá-la para a França. Neste ínterim, o camponês Yorgos achou que os franceses tardavam demais, e pressionado por um sacerdote local, ofereceu a peça para ele. Quando a escultura estava sendo embarcada para a Turquia, onde seria oferecida a um tradutor da corte de Constantinopla, os franceses chegaram, e persuadiram os locais para que mantivessem o acordo de compra anterior. Durante sua transferência para o barco a escultura foi arrastada através de pedras e danificou-se, perdendo o que restava dos braços, e os marinheiros se recusaram a voltar atrás para recuperá-los.
Chegando por fim a Paris, a estátua foi remontada, mas os fragmentos remanescentes dos braços e das mãos, considerados restaurações posteriores por causa de seu acabamento inferior, foram descartados. Contudo hoje se sabe que as estátuas gregas muitas vezes não recebiam acabamento por igual em todas as partes, e um polimento mais fino era reservado às partes que ficavam mais visíveis.
A obra havia sido anunciada na França como sendo de Praxiteles, um dos grandes criadores do classicismo grego, e o plinto com as inscrições de início foi considerado parte integral do conjunto. Mas depois de ser traduzido e datado, revelou a autoria de Alexandros de Antióquia, causando embaraço aos peritos que a haviam atribuído a Praxiteles, os quais imediatamente passaram a considerá-lo também um acréscimo posterior. O plinto misteriosamente desapareceu pouco antes de a estátua ser oferecida ao rei Luís XVIII da França, em 1821, sobrevivendo apenas em uma descrição e em dois desenhos da época, que permitiram a atribuição correta atual. O rei eventualmente presenteou-a ao museu do Louvre em Paris, onde está agora.