quinta-feira, 18 de junho de 2009

Mascara de teatro


Os atores na Grécia antina não usavam suas características próprias para fazer os teatros, eles usavam mascaras que eram feitas para cada peça de teatro.Quando a peça era alegre usavam mascaras com risadas, mascaras alegres.Quando o teatro era triste usavam mascaras que expressavam a tristeza.

Cavalo de Tróia


Cavalo de Tróia foi construído quando os gregos e os troianos entraram em guerra.Os gregos queimaram seus barcos no território troiano para mostrar que a cidade de Tróia tinha vencido a batalha.
Com isso os gregos construíram um cavalo na entrada da cidade de Tróia como um troféu.
Assim os troianos começaram a festejar a vitória, quando todos os troianos não estavam mais sóbrios os gregos desceram de dentro do cavalo e atacaram os troianos.Os gregos venceram a guerra e foram nomeados povos mais inteligentes.

Vênus de Milo


A Vênus de Milo é uma famosa estátua grega. Ela representa a deusa grega Afrodite, do amor sexual e beleza física, tendo ficado no entanto mais conhecida pelo seu nome romano, Vénus. É uma escultura em mármore com 203 cm de altura, que data de cerca de 130 a.C., e que se pensa ser obra de Alexandros de Antióquia.
Em 1820 a escultura foi encontrada na ilha de Milo, no Mar Egeu, por um camponês chamado Yorgos Kentrotas. Poucos dias depois o camponês encontrou-se com oficiais franceses, Jules Dumont d'Urville e Matterer, que estavam explorando a ilha, e ofereceu a escultura por baixo preço. A Vênus estava quebrada ao meio, mas ainda possuía os braços. As mãos, danificadas, também estavam separadas do corpo. Fazia parte da obra ainda um plinto com inscrições. Identificando a escultura como a Vênus vencedora do concurso de beleza julgado por Páris, e reconhecendo sua importância como obra-prima, d'Urville desejou levá-la imediatamente para seu navio, mas seu capitão, alegando falta de espaço a bordo, recusou-se a atendê-lo.
Chegando em Constantinopla, d'Urville descreveu o achado ao embaixador francês, o Marquês de Rivière, que enviou um representante para comprá-la para a França. Neste ínterim, o camponês Yorgos achou que os franceses tardavam demais, e pressionado por um sacerdote local, ofereceu a peça para ele. Quando a escultura estava sendo embarcada para a Turquia, onde seria oferecida a um tradutor da corte de Constantinopla, os franceses chegaram, e persuadiram os locais para que mantivessem o acordo de compra anterior. Durante sua transferência para o barco a escultura foi arrastada através de pedras e danificou-se, perdendo o que restava dos braços, e os marinheiros se recusaram a voltar atrás para recuperá-los.
Chegando por fim a Paris, a estátua foi remontada, mas os fragmentos remanescentes dos braços e das mãos, considerados restaurações posteriores por causa de seu acabamento inferior, foram descartados. Contudo hoje se sabe que as estátuas gregas muitas vezes não recebiam acabamento por igual em todas as partes, e um polimento mais fino era reservado às partes que ficavam mais visíveis.
A obra havia sido anunciada na França como sendo de Praxiteles, um dos grandes criadores do classicismo grego, e o plinto com as inscrições de início foi considerado parte integral do conjunto. Mas depois de ser traduzido e datado, revelou a autoria de Alexandros de Antióquia, causando embaraço aos peritos que a haviam atribuído a Praxiteles, os quais imediatamente passaram a considerá-lo também um acréscimo posterior. O plinto misteriosamente desapareceu pouco antes de a estátua ser oferecida ao rei Luís XVIII da França, em 1821, sobrevivendo apenas em uma descrição e em dois desenhos da época, que permitiram a atribuição correta atual. O rei eventualmente presenteou-a ao museu do Louvre em Paris, onde está agora.

Atletas Olímpicos


O início dos jogos olímpicos é incerto, estando enterrado profundamente na era do mito, de forma que seja difícil dizer quando é que tudo começou. Sabe-se, por exemplo, que entre os séculos XI e VIII a.C a parte nordeste do Peloponeso foi invadida por uma tribo grega, os Dórios. Eles vinham do norte sob a liderança de seu rei, Óxilos (pronunciado óksilos), que terminou virando o rei da Élida, a região onde se encontrava Olímpia.
A partir do século VIII a.C. as Olimpíadas ganharam prestígio em todo o Peloponeso, bem como em todo o mundo grego. Foi aí que Ífitos da Élida, Licurgo de Esparta e Clístenes de Pisa entraram em acordo: os jogos deveriam acontecer a cada 5 anos. O acordo é de importância fundamental, sendo denominado "Trégua Sagrada". Era importante porque determinava a cessação de toda e qualquer hostilidade entre os estados que participavam das Olimpíadas durante todo o período dos jogos. O texto do tratado foi imortalizado em escrita, gravado no famoso disco de bronze de Ífitos e guardado no templo de Hera - o Heráion - onde ficou pelo menos até 160 d.C.

Livro: Amor, Sexo e Casamento na Grécia Antiga.


A prostituição era uma componente da vida quotidiana dos Gregos antigos. Nas cidades gregas mais importantes, e em particular nos portos, empregava uma parte não negligenciável da população, representando uma atividade econômica de relevo. A prostituição não era clandestina: as cidades não a puniam e os bordéis trabalhavam à vista da população.Uma passagem do Contra Neera, obra apócrifa atribuída a Demóstenes, coloca as seguintes palavras na boca do famoso orador ateniense: "Temos cortesãs para nos dar prazer; temos concubinas para com elas coabitarmos diariamente; temos esposas com o propósito de termos filhos legítimos e de termos uma guardiã fiel de tudo o que se refere à casa". Mesmo admitindo que a realidade não correspondesse a esta versão caricatural, não deixa de ser claro que os gregos não reprovavam o recurso à prostituição

Mapa Antigo da Grécia


No Mapa mostra todas as cidades existentes na Grécia naquela época. No mapa podemos visualizar cada cidade e podemos ver quais delas havia maior concentração de território, qual cidade tinha mais população.

sábado, 6 de junho de 2009

Dia 5 de Junho - Meio Ambiente



O homem é um ser racional que não mede conseguências de seus atos.Com a interferencia que ele está fazendo no Meio Ambiente aos poucos está acabando e destruindo o lugar em que vivemos.cada vez que ele interfere no Ambiente mais destruição está causando, com a destruição espécies vão entrando em extinção.
O homem vai interferindo no Meio Ambiente e não vê que quem mais sofre com a Destruição do Meio Ambiente, com o efeito estufa, extinção das espécies é o homem.Quando o Meio Ambiente é auterado o homem sofre com a falta de oxigênio e água, em falta desses começa a aumentar o gás carbônico e o planeta aumenta a temperatura repentinamente, com o aumento da temperatura espécies de plantas, animais e arvores começam a desaparecer com isso o ser humano vai ficando se alimento e grande parte da população vai começar a morrer porque não vai ter aonde recorrer.
O ser humano tem que começar a se concientizar de seus atos ao mexer com a natureza, devemos repor o que tiramos para que mis tarde não venha acontecer coisas horriveis em nosso mundo.
Se cada um de nós fizermos a nossa parte o nosso planeta será bem melhor e no futuro não iremos nos arrepender das coisas pelas coisas pelas quais insistimos para um mundo de abundancia e não um mundo de miséria.

Faça sua parte para um Planeta melhor!

Toda arvore que for arrancada plante outra para ajudar a ter mais oxigênio;
criar ciclovias para diminuir os automóiveis das ruas, assim diminui a poluição e faz bem a saúde;
separ o lixo de nossa casa, pois devemos reciclar a maioria deles;
reutilizar a água da roupa para lavar o quintal e o wc para economizar;
lavar o carro com balde para gastar menos;
diminuir as horas do benho, pois minutos é o bastente para tomar um bom banho e ficar limpo;
feche a torneira para escovar os dentes, não deixe que a água limpa vá para o esgoto.

Minha Conclusão

Todos nós devemos cooperar com o meio ambiente, pois ele está gritamdo soccorro para que não interfiramos mais de modo brutesco.Devemos saber usofluir das farturas que tem em nosso planeta.
O dia 5 de junho é um dia marcante para todo mundo, é um dia de concientização pra a população, dia em que o povo pará para pensar nos seus atos em relação a natureza e a vida no planeta.

Bibliográfia

Texto tirado da mente de Caroline Nunes Gonçalves Verdadeiro.